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CULTURA MIX
Desde: 24/05/2004      Publicadas: 9      Atualização: 17/06/2004

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 Lendas
  26/05/2004
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As lendas vão e voltam no tempo
O boneco do Fofão era o verdadeiro "Chuck" brasileiro
As lendas vão e voltam no tempoUma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar. No entanto, um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a falecer. No fim de tudo isso, a menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro, sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra.

Certamente muita gente já ouviu a “história” da loira do banheiro, muito famosa entre os alunos de escolas da rede pública na cidade de São Paulo. A "história" é uma lenda urbana, algo que ninguém sabe como começou, mas com o tempo se espalhou e ganhou novas versões. Lendas urbanas são histórias, poucas vezes acreditáveis e quase nunca verdadeiras, que contam histórias assustadoras, ou mesmo, tentam explicar certos acontecimentos que, supostamente, não têm explicação.

Há uma lenda muito conhecida: a da quadrilha dos ladrões de rins. Existe também a que tenta explicar por que o Brasil perdeu a Copa do Mundo da França em 1998. Em troca, o Brasil seria sede da Copa de 2002, além de cada jogador ter recebido cerca de R$ 200.000,00 apenas para "entregar" a final.

“Há uns 12 anos atrás, havia uma história que falava sobre o boneco do fofão. A lenda dizia que quem tivesse coragem de abrir o boneco (tinha que ser o boneco grande) encontraria preso na garganta do boneco, um punhal e uma série alternada de artefatos de magia negra dentro dele (velas pretas, inscrições etc...), além disso, estes artefatos seriam usados pelo boneco, que mataria o seu dono, enquanto este estivesse dormindo. Após abri-lo e encontrar, a pessoa deveria queimá-lo para espantar o mal. Eu tinha esse boneco e dormia todo dia com ele na prateleira do meu quarto, sobre a minha cabeça. Morria de medo. Quando decidi contar essa história para minha mãe, eu disse que iria abri-lo e ela mandou eu contar pra minha tia (foi quem me deu). Ela também não deixou e disse que eu devolvesse pra ela. Pedi pra que pegassem no meu quarto e entregasse a ela, pq eu não tinha coragem nem de encostar naquele boneco. Infelizmente não posso afirmar se a lenda é verdadeira. Tenho curiosidade até hoje.”, contou uma estudante de Jornalismo da Universo-Recife.

De fato, ninguém sabe o que aconteceu com os bonecos do Fofão que estavam espalhados pelo Brasil. É assim que as lendas funcionam. Vão e voltam pelo tempo.

*Fonte: Lenda Urbanas Home Page e Sobrenatural.org


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